Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://repositorio.ifg.edu.br/handle/prefix/203
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso
Título: Práticas educativas de atendimento às pessoas surdas em unidades de saúde
Título(s) alternativo(s): Educational practices for care of deaf persons in health units
Autor(es): Silva, Ariana dos Santos
Primeiro Orientador: Brito, Wanderley Azevedo de
metadata.dc.contributor.referee1: Brito, Wanderley Azevedo de
metadata.dc.contributor.referee2: Mendes, Batista da Silva Vaz
metadata.dc.contributor.referee3: Vaz, Diego Leonardo Pereira
Resumo: As instituições de saúde nem sempre adotam práticas e políticas educativas inclusivas para possibilitar o pleno atendimento das pessoas em reconhecimento às suas necessidades específicas, como é o caso dos surdos que usam Libras como primeira língua para a sua comunicação. O presente estudo parte da perspectiva da ação do pedagogo como educador social, com capacidade para planejar e acompanhar o desenvolvimento de práticas educativas no atendimento de pacientes surdos nas unidades de saúde. O referencial teórico da pesquisa baseia-se nos trabalhos de Brandão (2007), Caliman (2006), Cofferri e Nogaro (2010), Gorette e Rodrigues (2017), Libâneo, (2007), Parcerisa Aran (2008), Sant' Anna et al (2010), Souza Neto (2010) para estudo das práticas educativas na perspectiva da educação social. O conceito de educação não formal é estudado a partir das contribuições de Gohn (2001, 2006, 2009), Pereira, (2003) e Trilla (2008). No campo de cultura surda e da Libras, o estudo está apoiado nas contribuições teóricas de Calderón (2014), Perlin e Strobel (2014), Strobel (2006, 2008). Como delimitação temporal para a revisão bibliográfica, optou-se pela Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002 que prevê o direito de as pessoas surdas terem atendimento e tratamento adequado em instituições públicas e empresas concessionárias de serviços públicos de assistência à saúde. O estudo mostra que os cursos de formação inicial dos profissionais da saúde devem contemplar o ensino de Libras e cultura surda, uma vez que a contratação de intérpretes em Libras não soluciona todas as dificuldades de comunicação entre os profissionais de saúde e as pessoas surdas e também não evita todos os riscos de constrangimentos quanto aos assuntos confidenciais de cada paciente surdo. A pesquisa mostra que as unidades de saúde se constituem em espaços educativos não-formais, cujas atividades e serviços requerem o trabalho de pedagogos no planejamento e no desenvolvimento de práticas educativas e de estratégias metodológicas que favoreçam a formação humana, a relação ensino-aprendizagem, a inclusão social e a comunicação efetiva entre os profissionais de saúde e as pessoas surdas.
Abstract: Health institutions do not always adopt inclusive educational policies and practices to enable full care of people in recognition of their specific needs, as is the case of deaf people who use Libras as the first language for their communication. The present study starts from the perspective of the pedagogue's action as a social educator, with capacity to plan and follow the development of educational practices in the care of deaf patients in the health units. The theoretical reference of the research is based on the works of Brandão (2007), Caliman (2006), Cofferri and Nogaro (2010), Gorette and Rodrigues (2017), Libâneo (2007), Parcerisa Aran (2008), Sant' Anna et al (2010), Souza Neto (2010) to study educational practices in the perspective of social education. The concept of non-formal education is studied from the contributions of Gohn (2001, 2006, 2009), Pereira (2003) and Trilla (2008). In the context of deaf culture and Libras, the study is supported by the theoretical contributions of Calderón (2014), Perlin and Strobel (2014), Strobel (2006, 2008). As a temporal delimitation for the bibliographic review, Law No. 10,436 of April 24, 2002 provides for the right of deaf people to have adequate care and treatment in public institutions and concessionaires of public health care services. The study shows that the initial training courses for health professionals should include the teaching of Libras and deaf culture, since the hiring of interpreters in Libras does not solve all communication difficulties between health professionals and deaf people and also does not avoid all the risks of embarrassment regarding the confidential matters of each deaf patient. The research shows that health units are non-formal educational spaces, whose activities and services require the work of pedagogues in the planning and development of educational practices and methodological strategies that favor human formation, the teaching-learning relationship, social inclusion and effective communication between health professionals and deaf people.
Palavras-chave: Educação social
Práticas educativas
Surdez
Inclusão social
CNPq: CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::EDUCACAO::TOPICOS ESPECIFICOS DE EDUCACAO
Idioma: por
País: Brasil
Editor: Insitituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás
Sigla da Instituição: IFG
metadata.dc.publisher.department: Câmpus Aparecida de Goiânia
Tipo de Acesso: Acesso Aberto
URI: http://repositorio.ifg.edu.br/handle/prefix/203
Data do documento: 6-Dez-2018
Aparece nas coleções:Licenciatura em Pedagogia Bilíngue

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
tcc_Ariana Santos.pdf2,24 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.